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Evocação - WebDoc Artes Plásticas

Reliquia.Rum

Neste projeto, a antropóloga Debora Diniz homenageia as mulheres mortas pelo Covid-19 no país. Debora lançou no Instagram a página em alusão à palavra relicário em latim. Desde março de 2020 publica textos e imagens que buscam retratar as histórias de mulheres mortas na pandemia. O texto é criado por Débora a partir de notícias sobre mulheres comuns, anônimas em sua maioria. As ilustrações são feitas pelo artista visual Ramon Navarro com colagens sobre fotografias antigas de mulheres brasileiras igualmente anônimas. A opção de contar histórias femininas foi para alertar para efeitos desiguais da pandemia entre homens e mulheres. Elas representam a maioria na chamada economia do cuidado: são trabalhadoras domésticas, caixas de supermercados, técnicas de enfermagem.

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Pandemia de Narrativas

Ação Antropoética vinculada ao Laboratório de Ensino, Pesquisa e Produção em Antropologia da Imagem e do Som da Universidade Federal de Pelotas.

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Travessia

Curta-metragem de Safira Moreira (cineasta, diretora de fotografia, BA), 2017.
Sinopse: Travessia é o curta realizado a partir da memória estilhaçada, fruto do apagamento histórico da população negra no Brasil. Nas palavras de sua autora, o curso foi feito na sua condição de "mulher negra com uma câmera na mão e muitos sonhos no peito". Foi no gesto de garimpar fotografias de mulheres negras nas feiras de antiguidade do Rio de Janeiro que foi achada a fotografia que abre o filme, todas as fotos encontradas nesse espaço provinham de álbuns de famílias brancas, logo, elas refletiam esse apagamento.

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Filha Natural

Projeto de Aline Motta. Instalação Fotográfica, 15m2; Publicação, 40 páginas, 17 x 25cm; Série de Fotografias; Performance; Vídeo, 15:52min. 2018/2019.
Sinopse: A partir de uma análise inédita de iconografia histórica e relatos orais de sua própria família, a artista visual Aline Motta traz à tona hipóteses possíveis sobre as origens de sua tataravó. Há indícios que ela tenha nascido por volta de 1855 em uma fazenda de café em Vassouras, zona rural do Rio de Janeiro, considerado o epicentro do escravismo brasileiro no século XIX.

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Odiolândia

Instalação audiovisual de Giselle Beiguelman.
Sinopse: Odiolândia é um vídeo sem imagens que reúne comentários publicados nas redes sociais sobre as ações da Prefeitura de São Paulo e do Governo do Estado na Cracolândia. O áudio foi extraído dos vídeos postados na Internet pelos participantes das ações na Cracolândia realizadas entre 21 de maio e 9 de junho de 2017. O título do trabalho nasceu do teor das mensagens postadas pelo público. Majoritariamente favoráveis ao tratamento policial da questão e ao uso da força e armas de fogo contra os dependentes, elas expressam também o desejo de ver as mesmas políticas aplicadas a outros grupos. Nordestinos, sem-terra e gays são alguns dos seus alvos. Os comentários são apresentados na sua forma bruta, sem correções gramaticais ou adequações de estilo. A única interferência que faço é retirar o conteúdo eleitoral das mensagens. No fluxo dos textos despidos das imagens, desvela-se um tecido social contaminado pela cultura do ódio. A Cracolândia se expande, como se fosse uma lente através da qual podemos ler a cidade e o Brasil. Transforma-se no ovo da serpente… Como já pontuava Ingmar Bergman: “Através da fina membrana, pode-se ver o réptil inteiramente formado.”

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Antes que seja tarde

Poesia de Amanda Soares derivada de relatos reais contados por mulheres com deficiência. Leitura de Jandeline Moreira, mulheres sem deficiência amiga da escritora.

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Era um corpo de mulher.

Autoria: Ewelter Rocha
Resumo: O ensaio audiovisual “Era um corpo de mulher...” consiste em uma experiência de escritura etnográfica audiovisual, tendo sido a sua forma concebida sob os auspícios dessa presunção. Nessa perspectiva, desenvolvemos uma narrativa em que sonoridades, imagens, textos e falas se entrecruzam na construção de uma montagem que favoreça imbricar no mesmo suporte a evocação de uma experiência etnográfica e a produção artística que representa seus protagonistas principais. Nesse caso, enfocando as esculturas de madeira e as peças de barro que retratam as beatas de Juazeiro do Norte – CE.

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Do mesmo autor indicamos a consulta de “Vestígios do sagrado: uma etnografia sobre formas e silêncios”. Definida pelo o autor como uma etnografia sobre formas sagradas. O campo empírico foi a cidade de Juazeiro do Norte, município situado no sul do Ceará, um dos maiores centros de romaria popular do Brasil, enfocando em particular a Ladeira do Horto, caminho velho que conduz à estátua do Padre Cícero. A partir de uma cooperação teórica entre os campos da etnomusicologia e da antropologia visual, propõe uma reflexão sobre processos não narrativos de enunciação e produção de poder sagrado.

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Día de Muertis

A comemoração do Día de Muertis começou em 20116, por iniciativa de Gustavo Blázquez, no marco da disciplina Teoria Antropológica III do Departamento de Antropologia da Universidade Nacional de Córdoba, na Argentina. Desde o começo o trabalho foi feito em conjunto com o curso Especialização em Estudos da Performance de Faculdade de Artes e com as Secretarias de Extensão dessas unidades acadêmicas. A atividade tomou a forma de uma “instalAção" – um neologismo que remete aos formatos das artes visuais e performáticas (instalação) e, ao mesmo tempo, enfatiza na ação que convoca e reúne. A clave do Día de Muertis está na montagem de um altar. Um tempo-espaço no qual convergem os pensamentos, imagens, sons, palavras, ações e objetos para homenagear pessoas queridas que faleceram. Tudo aquilo configura uma oferenda, uma entrega, um presente para elas. Procura-se produzir as condições para que aconteçam encontros e ações que transcendam às pessoas que organizam. Assim, cada dois de novembro, a comunidade universitária de Córdoba, coletivos e organizações sociais locais, artistas e o público em geral são convocados para montar altares, fazer oferendas, realizar intervenções e performances e compartilhar uma jornada que inicia às 10h e termina num grande baile de vida e despedida de Muertis desde o pôr do sol até a meia noite. Esse ano, atravessado por condições sociais de isolamento social preventivo e obrigatório devido à pandemia da Civid-19, Dia de Muertis é realizado integralmente na web.

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