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Sala 4 - Feito à mão

Caneta, lápis, tinta, linhas, papel, pano. As mensagens de saudade, revolta, protesto e afeto se materializam através de diferentes recursos. Podem ser feitas rapidamente e carregadas por uma só pessoa. Ou podem ser depositadas no chão, encostadas nos muros e erguidas lado a lado com muitas outras, formando uma colcha viva de vozes escritas ou desenhadas.
Se os banners e as faixas nos mostram a importância da organização coletiva, os cartazes feitos à mão nos lembram que cada uma e cada um que se junta aos atos de protesto carrega uma história só sua.

  1. Fatinha Silva, Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Foto Jefferson Scabio.

2. Arquivo do movimento Mães de Maio do Cerrado

3. Arquivo do movimento Mães de MG

4. Arquivo do movimento Mães do Curió (CE)

5. Ato em memória da chacina da Candelária, 2015, RJ. Foto Mariana Ferreira

6. Ato público contra a violência do Estado, 2004, RJ. Foto_ Juliana Farias

7. Varal de imagens elaborado por familiares de vítimas. Foto de Rafael Da Guerre

8. II Encontro da Rede Nacional de Mães e Familiares de Vítimas do Terrorismo do Estado, 2017, RJ. Foto de Adriana Fernandes

9. III Encontro da Rede Nacional de Mães e Familiares de Vítimas do Terrorismo do Estado, 2018, Salvador (BA). Arquivo do Movimento Mães de Maio (SP)

10. Ato na porta do Sergio Cabral. Rio de Janeiro, 2009. Foto: Alexandre Magalhães

11. Ato em Manguinhos, 2014, RJ. Foto de Mariana Ferreira

12. Campanha contra o caveirão, Rio de Janeiro, 2006. Foto_ Juliana Farias

13. Ato “Pobres do campo e da cidade se unem por reforma agrária e contra a violência do Estado e das elites”, 2005, RJ. Foto_ Juliana Farias


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